Blog Além das Palavras...

Bianca FaleiroAutora: Bianca Faleiro
Turma: 7ª série B
Unidade: Lajeado
Professora: Karina Fátima dos Santos


Para ser feliz,
não olhe só para o seu nariz.
Chame seus amigos,
para se divertir.

Encha de alegria o seu coração,
dance e cante uma canção,
use toda a sua imaginação,
não esqueça disso, preste muita atenção.

Se relacione e crie amizades,
amigos são para sempre,
dê valor a cada momento,
faça de cada encontro um experimento.

Transforme tristezas em alegrias,
entre em um mundo mágico,
um mundo de fantasias.
Faça da vida lindas poesias.

Lembre-se também de sua família,
cultive amor e sabedoria,
use isso como o seu guia,
seja feliz todos os dias.

Manoela GuahybaAutora: Manoela Lopes Guahyba
Turma: 7ª série A
Unidade: Lajeado
Professora: Karina Fátima dos Santos


Queria brincar lá fora e a chuva atacou?
Queria jogar bola e a chuva não deixou?
Não perca as esperanças, há sempre um plano B.
Há sempre outras alternativas que se pode escolher.
 
Corra até cansar,
gire, gire sem parar.
Se é do tipo calmo,
então leia, para começar.
 
Vá assistir um programa,
uma comédia ou um drama,
olhe a chuva cair,
ou quem sabe vá dormir.
 
Escreva um livro, [sem problemas!]
ou talvez alguns poemas,
espere! A chuva parou!
E nosso dilema terminou.

Turma: 7ª série A
Unidade: Lajeado
Professora: Karina Fátima dos Santos

Receita para dias de chuva

     Queria brincar lá fora e a chuva atacou?
     Queria jogar bola e a chuva não deixou?
     Não perca as esperanças, há sempre um plano B.
     Há sempre outras alternativas que se pode escolher.
 
     Corra até cansar,
     gire, gire sem parar.
     Se é do tipo calmo,
     então leia, para começar.
 
     Vá assistir um programa,
     uma comédia ou um drama,
     olhe a chuva cair,
     ou quem sabe vá dormir.
 
     Escreva um livro, [sem problemas!]
     ou talvez alguns poemas,
     espere! A chuva parou!
     E nosso dilema terminou.

Gabriela FabrisAutora: Gabriela Fabris
Turma: 3ª série do Ensino Médio
Unidade: Lajeado
Professora:: Martiele Jung

 

De tantos problemas já vividos,
De tantas tristezas cravadas no peito,
O pulo do alto foi o único alívio
Para a tragédia da vida deu-se um jeito.
Talvez não fosse a única saída,
Mas aquela alma já não aguentava,
O corpo era a amostra da ruína
Da qual o tempo não apagou as marcas.
Feridas invisíveis aquelas
Que queimavam para sempre no destino
Da menina que, um dia, fora donzela
E agora apodrece no fundo do mar infinito
Quebraram a pureza que nela reinava
E destruíram seu bem mais precioso,
A certeza de que era amada
Terminou em um quarto escuro, frio e tenebroso.
Ninguém escutou os seus gritos
Que vibraram os vidros da maldita casa,
De tanta angústia desistiu o espírito,
Em dor e lágrimas terminou a madrugada.
Muitas pessoas têm medo da morte,
Mas o medo já não lhe possuía,
Pois de tantos sofrimentos ela ficou forte,
Tão forte que coragem não a faltaria
Respirou fundo e disse “adeus”
E essa vida que tanto a machucado tinha,
Do alto do morro todos sofrimentos seus
Tiveram fim em meio ao sangue que na água sumia.

Maria LutzAutora: Maria Vitoria Rockenbach Lutz
Turma: 3ª série do Ensino Médio
Unidade: Lajeado
Professora:: Martiele Jung

 

Estava na rua
Num breu hostil
E o frio tão vil
Queimava a pele crua
Daquele anjo dormindo no chão.

Sonhava, sim, sonhava!
Uma família feliz, enxergava
Um agasalho, um abraço, enxergava,
Mas a chuva amarga acordou o anjo
O seu sonho foi arrancado!

Era pequeno, indefeso...
Queria brincar,
Como os ouros ilesos
Mas não podia,
Porque ninguém o queria.

O anjo não tinha asa
Nem olhos azuis
Sua esperança era rasa
O anjo era uma criança
E no dia em que o encontrei
Resolvi levá-lo para casa!

Anna VargasAutora: Anna Carolina Orlandini Vargas
Turma: 2ª série do Ensino Médio
Unidade: Lajeado
Professora:: Martiele Jung

 

O negro escravo,
Coitado! Já nasce enjaulado.
É assim, destinado a morrer
Muitas vezes, ainda antes de crescer.

Ao trabalho é forçado
E em mercadoria transformado,
Tem voz, mas não pode usar
Caso a use, chibatada vai levar.

Como um animal é tratado,
Se foge, é caçado
Os brancos, seres sem coração,
Não dão o seu perdão

Quando o encontram, não há julgamento,
Nem consideração
O pobre escravo, já amedrontado,
É logo enforcado
De exemplo deve ser levado

O fim é perverso,
Não é o reverso.
O aviso da morte chega,
Mas a alma grita, contente:
Livre, enfim, estou!

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