Blog Além das Palavras...

Estudante: Lucas Henrique Pivatto Kummer
Turma: 9ª série E.F.
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer

 

A tecnologia tem grande papel na evolução e modernização de uma população, influenciando pessoas de todas as idades, tanto positiva quanto negativamente. Porém com pontos negativos cada vez mais notáveis dentro de uma população.
Pesquisas mostram que a tecnologia trouxe e ainda traz inúmeros benefícios para a sociedade. Antigamente com a industrialização e hoje em dia com smartphones práticos que evoluem a cada dia com novos modelos e estilos. Eles acabaram com os problemas de comunicação à distância e também nos proporcionaram uma propagação da informação com mais agilidade e com facilidade no acesso.
Por outro lado, iniciaram outros problemas com o mau uso desses eletrônicos, gerando conflitos e discussões no ambiente virtual. Além do vício que esses por si geram nas pessoas, fazendo-as entrarem num mundo virtual sem volta para o real.
O professor doutor Leandro Karnal conta uma experiência interessantíssima vivida por ele mesmo, onde diz que teve uma conversa com uma arquiteta em um restaurante para decidirem negócios. Por duas vezes a conversa foi interrompida pelo telefone da arquiteta, na terceira ligação foi o professor que ligou para ela encerrando a conversa por ali mesmo pelo telefone, deixando-a sem palavras.
Além de tudo isso o relacionamento familiar acaba sendo afetado pela tecnologia. Cada pessoa fica no seu canto com seu smartphones. As crianças são as mais atingidas nessa história, porque “crescem” sem opinião própria, afastando-se da leitura, entrando num mundo completamente sem volta, e como dizem “os filhos são o reflexo dos pais”.
Pode-se concluir que temos urgência em colocar em prática novos hábitos em nossas atividades, dando importância aos momentos familiares, utilizando a tecnologia somente no trabalho e em momentos de lazer com finalidades benéficas. É de extrema importância que a população tenha consciência do que é certo e do que é errado, não pensando no seu benefício e sim no bem coletivo, dessa forma receberá mais frutos e uma vida melhor e saudável. Afinal, foi com essa intenção que a vida foi concebida a nós.

 

Estudante: Catharina Sessi Bastiani
Turma: 6ª série E.F.
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer


Estava quase chegando seu aniversário de 18 anos, Ingrid sonhava em ter uma festa para convidar todos seus amigos e festejarem juntos, mas não era de família que tinha muito dinheiro, então não conseguiria realizar seu sonho.
Muito triste resolveu chamar suas melhores amigas, Paula e Fernanda, para dar uma volta. Elas eram as únicas pessoas que sabiam desse seu sonho e, em segredo, já estavam planejando a sua festa há mais de um mês.
Com tudo planejado, o dia chegou e junto com seus pais e amigos, Paula e Fernanda esperavam a chegada de Ingrid em um salão todo enfeitado, ela estava escolhendo seu celular, o único presente que iria ganhar no seu aniversário.
Quando chegou no salão de festas ficou muito feliz e já quis tirar muitas fotos com seu novo celular, agradeceu a todos e tratou de curtir muito bem sua festa. Logo a festa acabou e todos já tinham ido embora, apenas Paula e Fernanda ficaram. Ingrid resolveu mostrar as fotos para elas e publicar algumas em suas redes sociais...mas...cadê o celular?
Com uma leve vontade de chorar, Ingrid pediu ajuda às amigas e procuraram em todo aquele enorme salão, e já desesperada, ‘’ PUF’’ ...ela acorda!
Tudo foi apenas um sonho.

Estudante: Eduarda Dalla Vecchia
Turma: 7ª série E.F.
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer

 

Meu Deus. Já são 10 horas da manhã, eu deveria estar no aeroporto. Não posso acreditar! É a primeira vez que eu viajarei de avião e vou chegar atrasada.
Peguei minha mala, câmera fotográfica e entrei no carro.
Em 15 minutos, eu chegava ao aeroporto, o que me surpreende, já que Porto Alegre é uma cidade bem movimentada.
Não pode ser, eu não estou vendo o que meus olhos enxergam. Nossa Senhora, ele não pode me ver. Não pode mesmo. Corre. Corre, Clara.
- Quanto tempo, Clara. – Disse com deboche.
Eu congelei. Era a voz dele. Ele me viu. Não pode ser. Fiquei tão paralisada, que não consegui falar nada.
- Desde que você terminou comigo postando no FACEBOOK... Depois daquilo fiquei com depressão por quase 3 meses.
Eu não conseguia fazer nada, até que, de repente, um homem alto, musculoso, e muito bonito por sinal, passou o braço pela minha cintura.
- Está acontecendo alguma coisa aqui, amor? – Falou o homem até o instante desconhecido. Olhou para mim e deu uma piscadela.
- Não, nada – Disse sem pensar.
Meu ex deu meia volta e saiu andando, tranquilamente.
- Estava ali naquele banco observando vocês, percebi que você estava com medo e decidi tomar uma atitude. Desculpe minha intromissão.
- Muito obrigada por isso, não sei o que teria acontecido se você não tivesse feito algo.
Por algum motivo, eu não conseguia tirar os olhos dele (em especial da boca dele) por um instante.
- Prazer, meu nome é Diego.
- Eu sou a Clara.
- Espero te ver de novo.
- Eu também.
Ele novamente deu uma piscadela e saiu. Fiz o mesmo, embora tenha, confesso, tropeçado uma ou duas vezes.
Entrei no avião, em cima da hora, continuei meu caminho. Meu número de assento é o 23. Durante o caminho fui observando as outras pessoas, cada gente estranha!
Achei meu lugar, e, sem sucesso, tentei guardar minha mochila de mão no local indicado pela aeromoça. Até que avistei Diego vindo em minha direção.
- Pelo que parece o destino quer nos unir - falou.
- Pois é.
Sorrimos. Ele me mostrou como colocar a bagagem. Nossa, ainda por cima ele é inteligente. Sentamos nos nossos bancos, um ao lado do outro. Eu fiquei no lado da janela. O avião decolou. Uns minutos depois, ele puxou assunto.
- Você tem quantos anos?
- 24. E você?
- 28
- Trabalha?
- Sim. Sou empresário, por isso costumo viajar bastante. Você é fotógrafa? – Falou apontando para a máquina fotográfica em cima das minhas pernas.
- Sim. Amo tirar fotos.
A partir daí o assunto fluiu, nem vi o tempo passar. Ele já me conhecia tão bem, sabia que eu tinha 2 gatos, 4 irmãos, que eu sou extrovertida, baixa, risonha, etc. Assim como eu sabia que ele era doce, rico, filho único, gentil, etc.
O avião pousou. Chegamos em Maceió, cidade onde ele mora e estou visitando. Não queria me despedir dele, pegamos as malas, descemos do avião. E, enquanto eu esperava um táxi para ir ao hotel. Sem pensar. Sem aguentar. Fui em direção à boca dele. Foi o beijo mais duradouro e mais meigo de minha vida

Estudante: Maísa Lanzoni Dentee
Turma: 7ª série E.F.
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer


Tris, uma jovem policial, estava em mais uma de suas aventuras como policial comandante de sua guarnição. Dessa vez, o caso era sério, alguém tinha aberto os portões do zoológico de Sandóz.
Havia animais por todo lado, ninguém sabia o que fazer. Tris, como sempre, uma policial exemplar, foi escolhida para comandar o caso. A jovem policial começou a dar as coordenadas de como deveriam capturar os animais que haviam fugido.
Após a captura a ordem dada por Tris era a investigação de quem poderia ter aberto os portões do zoológico intencionalmente. E, assim, começaram a capturar os animais, a tarefa não era tão simples, tiveram que contar com muitos policiais, bombeiros e veterinários.
Tris e seu pelotão conseguiram cumprir a tarefa mais rápido que o esperado, por causa da capacidade, inteligência e habilidade com animais de que dispunham. Tudo foi resolvido, aparentemente, dentro de um dia normal de trabalho, captura e investigação.
Mas o que Tris não esperava, é que quando se retirava do local com sua equipe, um dos veterinários responsáveis pelo local se aproximou dela informando que os macacos haviam sido envenenados.
Entre eles se perguntava, quem poderia ter cometido esse crime. Agora já não era apenas um caso de desordem. Tudo começou a se tornar mais sério. Havia um crime.
Através da investigação e com toda sua experiência nos exames toxicológicos nada apontava que alguém pudesse tê-los envenenado. Mas uma coisa era fato, alguns macacos estavam tentando sobreviver, dois vieram a óbito.
Nada dava certo, nem se encaixava. Foi quando parou para refletir no meio do zoológico e pegou uma planta com a intenção de mastigar enquanto pensava. Ao lado dessa planta havia muitos cogumelos alucinógenos, alguns estavam esmagados como se fossem pegadas e outros arrancados pela metade.
Correndo contra o tempo, ela correu para a ala dos macacos e olhou nos cantos, porque lembrou ter visto algum tipo de vegetação parecida por lá.
Levou os vestígios encontrados para o laboratório e confirmou que os macacos haviam sido intoxicados com os cogumelos que eram preservados dentro do zoológico, sem saber o mal que causavam.
Encerrando o caso, que não possuía culpados, ficava uma dúvida. Será que alguém poderia tê-los plantado propositalmente, mas esse caso não termina por aqui. Tris nunca deixa seus casos com um ponto final, pois nunca se sabe se algum dado novo poderá aparecer.

Estudante: Isabela Gheno Lorenzi
Turma: 6ª série E.F.
Unidade: Região Alta
Professora: Lucileine Kummer

 

Em uma noite chuvosa, Pedro ouviu no rádio certos boatos que uma escola antiga, que havia pegado fogo, estava assombrada, pois teriam ouvido barulhos vindos de dentro da escola. Pedro logo se tocou de que tinha que resolver esse mistério, então chamou seus amigos, Nicolas e Jediel.
No outro dia, acordaram cedo, pegaram lanternas, entre outras coisas. Quando chegaram começaram a ouvir barulhos estranhos e goteiras caindo do teto. De repente, os móveis sujos e encardidos começaram a tremer e tremer, logo chegaram à conclusão de que não havia mais como continuarem a investigação.
Logo de manhã, foram à escola e contaram para todos o que havia acontecido, mas ninguém acreditou, exceto Emely e sua amiga Isabela. As duas ficaram muito interessadas e resolveram fazer sua própria investigação. Eles não gostaram disso, então o que era para ser um mistério acabou virando uma competição.
As duas, no outro dia, chegaram primeiro, e suas investigações avançaram logo no primeiro dia, já os meninos estavam pensando em como iriam deixá-las fora de tudo isso.
Pedro era sempre o primeiro a ter ideias de sabotagens, então pegaram panelas, alto-falantes e algumas coisas assustadoras. Chegaram lá e começaram a “trolagem”.
As meninas muitos espertas perceberam e seguiram as vozes, o som e a trilha das coisas assustadoras, mas o principal, os risos. Elas pegaram os objetos que estavam no chão, então...
- BUUUUUU!!!!!!
As meninas assustaram os meninos. Elas sem parar de rir e os meninos brabos ouviram um barulho alto e estranho. Então a paz retornou para os amigos, que se juntaram para fazer a investigação.
Vários dias se passaram e nada, nenhuma resposta sobre o mistério. Mas um dia, o misterioso dono da escola que fazia todas as assombrações se revelou. Como não queria que alguém entrasse na escola abandonada, ele começou a assombrar a casa das crianças.
Todos estavam estranhando a assombração em suas casas, já estavam com muito medo!! Até que um dia a turma voltou para a escola e ouviu as vozes do dono que a assombrava, ele estava falando muito, muito alto. Foram logo em direção à voz. De repente, ergueram a lanterna e apareceu a colega Isabelly, eles ficaram brabos e houve uma briga imensa. Infelizmente, até hoje a paz não voltou.
Pelo menos o mistério da escola assombrada chegou ao fim.

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